Ernesto Rodrigues/AE
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Nelsinho Piquet admite depoimento e diz não ter nada a temer

'Confirmo que cooperei plena e honestamente com a entidade reguladora do esporte', avisa o piloto brasileiro

Redação

11 de setembro de 2009 | 13h22

SÃO PAULO - Nelsinho Piquet reconheceu nesta sexta-feira o depoimento à Federação Internacional de Automobilismo (FIA) em que aponta o acidente no GP de Cingapura de 2008 de Fórmula 1 foi proposital, a mando do diretor esportivo da Renault, Flavio Briatore, em comunicado em seu site oficial.

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No texto, Nelsinho diz: "Em relação à atual investigação da FIA, confirmo que cooperei plena e honestamente com a entidade reguladora do esporte. Estou dizendo a verdade e por isso não tenho nada a temer, seja em relação a Equipe ING Renault ou ao Sr. Briatore.

O brasileiro emenda a declaração dizendo que não se incomoda com as represálias que possa sofrer. "Embora esteja ciente do poder e da influência daqueles que estão sendo investigados, e dos vastos recursos que possuem à sua disposição, não serei novamente intimidado a tomar uma decisão da qual venha a me arrepender", diz.

Sobre a possibilidade de voltar a falar sobre o caso, ele reforça o silêncio em que se encontra desde que a história se tornou pública, há quase um mês. "Tenho toda a confiança na investigação da FIA e do Conselho Mundial de Automobilismo e não farei qualquer comentário adicional até a conclusão da audiência de 21 de Setembro de 2009."

Nelsinho Piquet mora atualmente em Montecarlo (Mônaco) e está sem disputar corridas desde que foi demitido pela Renault, após o GP da Hungria deste ano.

Atualizado às 13h36 para a acréscimo de informações

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