Nelsinho Piquet nega negociação com a lanterna Spyker

Piloto brasileiro tem contrato com a Renault, onde sonha estar no carro titular no ano que vem

Lívio Oricchio, do Estadão,

20 de julho de 2007 | 19h13

"Só se eu fosse louco." É assim que Nelsinho Piquet disse à imprensa nesta sexta-feira, em Nurburgring, na Alemanha, sobre a possibilidade de se transferir para a equipe Spyker, atual lanterna do Mundial de Construtores da Fórmula 1 e que está sem piloto titular no momento. Para o GP da Europa, que acontece neste domingo, está correndo no lugar do holandês Christijan Albers, dispensado, o alemão Markus Winkelhock, estreante na Fórmula 1. Seu pai, Manfred, correu de 1982 a 1985. Morreu num acidente com um Porsche 962, de Sport Protótipo, no circuito de Mosport Park, noCanadá.A intenção de Piquet é correr pela escuderia francesa Renault, atual bicampeã de construtores e equipe onde é piloto de testes nesta temporada. Os rumores na Fórmula 1 dizem que ele pode estrear na última prova do ano, o GP do Brasil, em outubro, já que os titulares Giancarlo Fisichella (Itália) e Heikki Kovalainen (Finlândia) estão longe dos primeiros colocados no Mundial de Pilotos.

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