Niki Lauda reforça pressão por renúncia de Mosley

O tricampeão mundial de Fórmula 1 NikiLauda juntou-se aos campeões Jackie Stewart e Jody Scheckterpara aumentar a pressão pela renúncia do presidente da FIA, MaxMosley, após seu envolvimento em um escândalo sexual. "Se Max começar a pensar nas coisas sem emoção, então sóhaverá uma solução -- ele tem que sair", disse o austríaco,segundo jornais britânicos desta segunda-feira. O tricampeão Stewart disse que a posição de Mosley comopresidente da Federação Internacional de Automobilismo era"insustentável", enquanto o sul-africano Scheckter, campeão de1979, pediu na semana passada a renúncia do dirigente, de 67anos. "Max perdeu o paddock, essa é a minha percepção pelo o queas pessoas estão dizendo", disse Stewart ao jornal DailyTelegraph. "Deve levar de uma semana a 10 dias para seresolver." O tablóide News of the World publicou no domingo maisdetalhes do escândalo sexual, mas Mosley segue firme em suaposição, afirmando que seu comportamento é "inofensivo ecompletamente legal", apesar de parecer inaceitável paraalgumas pessoas. Eles diz que tem recebido o apoio de algumaspessoas. Max, cujo pai Oswald foi fundador da União FascistaBritânica antes da 2a Guerra Mundial, negou firmemente qualquerconotação nazista da orgia sexual com prostitutas revelada nasemana passada pelo News of the World. Quatro montadoras da Fórmula 1 pediram na semana passada asaída de Mosley, mas chefes de equipe tem se recusado a falarsobre o tema. (Reportagem de Alan Baldwin)

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