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Nurburgring descarta sediar GP da Alemanha e F-1 deve ter 19 provas

Hockenheim alegou não ter condição de receber a categoria

Estadão Conteúdo

19 Março 2015 | 16h09

Parece cada vez mais improvável a realização do GP da Alemanha na temporada 2015 da Fórmula 1. Os dois circuitos do país que poderiam sediar a prova, prevista no calendário para ser disputada em 19 de julho, não conseguiram chegar a um acordo com Bernie Ecclestone, o chefão da categoria.

O porta-voz do circuito de Nurburgring, Pietro Nuvolini, admitiu que ainda não há um acordo com Ecclestone. Já os gestores do circuito de Hockenheim declararam anteriormente que a instalação não tem condições de organizar a prova dentro do tempo que falta para a data prevista. "Chegamos à conclusão de que não faz sentido agora esperar mais tempo, por causa do momento e de razões econômicas e organizacionais", disse Nuvolini.

Os dois circuitos têm se alternado anualmente na organização do GP da Alemanha, com Nurburgring programado para sediar a corrida de 2015. Mas por causa de problemas financeiros, Hockenheim chegou a ser considerada para assumir a vaga no calendário.

Nurburgring vem negociando com Ecclestone para que a taxa para sediar um GP fosse reduzida dos atuais US$ 15 milhões (aproximadamente R$ 49 milhões), mas até agora não teve êxito nas tratativas.

A corrida alemã tem perdido espectadores de forma constante desde os tempos do heptacampeão mundial Michael Schumacher, mesmo que o país seja o lar da equipes Mercedes, campeã da última temporada, e que tem o alemão Nico Rosberg entre os seus pilotos. Além disso, a Alemanha conta com o tetracampeão mundial Sebastian Vettel, hoje na Ferrari.

"Não temos mais esperança de que a Fórmula 1 aconteça aqui", disse Georg Seiler, diretor do circuito de Hockenheim, ao jornal alemão Bild. "O tempo expirou para a organização de uma corrida aqui. A qualidade do evento seria afetada", concluiu.

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