Mark Horsburgh/Reuters
Mark Horsburgh/Reuters

Opção por pneus duros atrapalha Barrichello

Brasileiro diz que contava com outra parada dos concorrentes na Austrália e por isso ficou em sétimo lugar

Livio Oricchio, Enviado Especial - O Estado de S. Paulo

28 de março de 2010 | 07h27

Rubens Barrichello chegou em sétimo lugar no GP da Austrália de Fórmula 1 neste domingo e acha que poderia ter ido melhor se não fosse a escolha de pneus que fez durante a corrida para seu Williams: ele usou o tipo duro, ao invés do macio, como a maioria das outras equipes, principalmente os que terminaram à sua frente.

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Na entrevista coletiva, incomodado, ele contou que a equipe tinha outra opinião. "Eu tive uma leitura dos pneus em que achei que todo mundo ia entrar de novo para trocar. Eu escolhi duro, enquanto que todo mundo o mole, mas eu tinha problemas com a tração e o duro me deu a estabilidade que eu queria, a equipe acha que o mole seria melhor", diz.

"A gente sempre decide junto [o tipo de pneus]. Eu estava 1,5 segundo mais rápido que o De La Rosa. Eu tive uma grande corrida, fiz uma das minhas melhores ultrapassagens, sobre o De La Rosa. Mas gostaria de ter feito mais pontos. Hoje [domingo] era uma oportunidade boa que a gente aproveitou de forma mediana", completa.

O brasileiro completa a explicação apontando que o problema no pneu estava no desgaste traseira. "Estava bem ruim. O Hamilton me passou como se eu estivesse parado", afirma, reforçando a confiança na evolução do carro. Agora com quatro pontos na classificação, ele terá pouco tempo para isso, já que a próxima etapa é o GP da Malásia, no domingo que vem (4 de abril).

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