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Para Alonso, 2004 foi um ano muito bom

Fernando Alonso foi apontado no ano passado como um potencial rival para Michael Schumacher e a Ferrari para este ano. Mas o piloto da Renault não conseguiu resultados expressivos como em 2003 e com isso a badalação foi substituída pela desconfiança geral, que contra a qual esse espanhol de Oviedo tem lutado bravamente, tal qual um toureiro. Ao contrário do que dizem seus críticos, ele garante que o ano foi bom - as circunstâncias de competição é que não ajudaram. "É normal", afirma o piloto quanto à queda de prestígio que experimentou nesta temporada. ?A Fórmula 1 é assim: as pessoas mudam de idéia muito rapidamente e temos de estar sempre trabalhando o máximo para estar em cima da tabela do campeonato tanto entre pilotos quanto equipes?.Mas Alonso afirma, sem hesitar, que este ano foi melhor. "Não consegui uma vitória como no ano passado mas também não tive as mesmas oportunidades", pondera. "No ano passado terminei como quarto como construtores e este ano terceiro. Em 2003 fui sexto como piloto e este ano talvez possa ser o quarto e isso me alegra."O espanhol acredita que o terceiro lugar na Austrália serviu para acentuar as expectativas sobre a temporada que faria na Renault. "A primeira corrida não foi real de todo porque atrás da Ferrari só estava eu e as coisas não eram bem assim. Nas outras corridas do campeonato houve mais oportunidades para os outros pilotos", avalia Alonso. "Se não tivesse tido má sorte teria pontuado sete ou oito vezes, o que seria normal."As dificuldades começaram, segundo ele, quando o carro não correspondeu em momentos decisivos. Para o espanhol, não teria sido desastroso se o motor tivesse quebrado em corridas onde não estava bem posicionado. "Mas tive problemas mecânicos em corridas que lutava por pódio e aí a coisa decepciona um pouco mais", admite. No Brasil, ele espera ter melhor sorte do que no ano passado, quando teve uma batida forte. "Foi pena acabar daquele jeito. Acho que se tudo seguir normal posso conseguir um pódio dessa vez."Futuro - Enquanto se prepara para o GP Brasil, Alonso já pensa no futuro que reservará novidades como a parceria com o italiano Giancarlo Fisichella. "Ele tem bom prestígio na Fórmula 1 e é muito constante. Também tem muitos anos de Fórmula 1 e pode contribuir para melhorar o carro. Vamos ver como sai."O piloto também espera por melhorias no carro, especialmente no chassis e que a equipe seja mais veloz no desenvolvimento do carro durante a temporada para que não se deixe alcançar pelos adversários.

Agencia Estado,

24 de outubro de 2004 | 08h52

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