Para Raikkonen, Massa não depende de si para ser campeão

Companheiro de Felipe Massa na Ferrari afirmou que sabe o que tem que fazer para que o brasileiro leve o título

EFE,

30 de outubro de 2008 | 12h01

O piloto finlandês Kimi Raikkonen disse nesta quinta-feira, que o brasileiro Felipe Massa, seu companheiro na Ferrari, não depende mais apenas de seu próprio desempenho no GP do Brasil de Fórmula 1, neste domingo, para conquistar o título mundial da categoria. Veja também:Felipe Massa reconhece que sua Ferrari não anda bem na chuva Massa distribui autógrafos na chegada em Interlagos Lewis Hamilton chega calado em Interlagos  Blog do Livio Oricchio: Notícias e bastidores da F-1  Vote: quem leva o título da F-1: Hamilton ou Massa?  Classificação do Mundial de Pilotos e de Construtores   "Não depende mais de Massa, a McLaren precisa cometer algum erro. É difícil, mas sabemos que tudo pode acontecer", analisou Raikkonen, durante a coletiva de imprensa. "O Massa tem pressão, mas vai saber controlar", concluiu.  Perguntado se estava cansado de responder a perguntas sobre uma possível ajuda sua ao piloto brasileiro - sete pontos atrás do líder do campeonato, o inglês Lewis Hamilton, da McLaren - o finlandês considerou "normal" este tipo de questionamento, mas afirmou: "sei o que devo fazer pela equipe. Quero ajudar o Massa e a Ferrari a serem felizes neste final de semana". O finlandês também evitou polemizar sobre a declaração do inglês Lewis Hamilton, da McLaren, que afirmou ser melhor que o brasileiro Ayrton Senna. "Todo mundo pode falar o que quiser sobre si mesmo, ou se comparar com pilotos de outras gerações. Mas prefiro não me envolver", esquivou-se. Sobre as alterações técnicas previstas para 2009, o finlandês indicou que "é muito difícil dizer agora como será a próxima temporada. Hoje a diferença entre as equipes é muito pequena, mas acho que as grandes se sobressairão no ano que vem". "Não tenho mais chances de título, então acredito que faremos experiências em Interlagos", completou o atual campeão do mundo, que chegou a São Paulo ano passado com a mesma desvantagem de sete pontos.

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