EFE
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Pietro Fittipaldi é elogiado por chefe da Haas, mas não sabe se fica na equipe em 2021

Piloto brasileiro assumiu posição no grid após acidente de Romain Grosjean e busca manter vaga como reserva da escuderia

Redação, O Estado de S.Paulo

20 de dezembro de 2020 | 17h28

Pietro Fittipaldi teve a oportunidade de fazer sua estreia na Fórmula 1 nas últimas duas corridas da temporada 2020, depois do grave acidente sofrido pelo piloto francês Romain Grosjean no Grande Prêmio do Bahrein.

Suas atuações não obtiveram os melhores resultados nas pistas, mas deram ótimos sinais sobre seu desempenho aos chefes da equipe Haas.

Gunther Steiner, chefe da escuderia norte-americana, fez elogios e disse que o piloto brasileiro pode fazer um bom trabalho na categoria máxima do automobilismo.

"Ele fez um bom trabalho. Quer dizer, ele se manteve longe dos problemas. O ritmo dele na corrida estava ficando cada vez melhor, acho que ele só precisava personalizá-lo. Ele não guiava um carro de corrida havia oito ou nove meses, então é difícil", avaliou Steiner.

Além de buscar a manutenção como piloto reserva na Fórmula 1, Fittipaldi também está de olho em uma vaga na Fórmula Indy, onde já participou de algumas corridas em 2018.

O piloto brasileiro havia deixado claro, quando convocado para correr os dois últimos Grandes Prêmios do ano, que seu grande objetivo seria terminar as corridas e aprender sobre o modelo de pilotagem necessário para a modalidade. E isso ele conseguiu. No GP de Sakhir, concluiu a prova em 17.º, já em Abu Dabi, ficou em 19.º.

Romain Grosjean não terminou 20% das corridas que disputou na temporada; enquanto o companheiro de Haas, Kevin Magnussen, abandonou 35%.

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