Pilotos da Fórmula 1 se negam a pagar superlicença

Preço que já era considerado abusivo na temporada 2008 subiu de 10 mil para 10.400 euros

EFE,

23 de janeiro de 2009 | 16h17

Os pilotos da Fórmula 1 se mobilizaram e decidiram não pagar a superlicença obrigatória da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), cuja taxa foi reajustada para esta temporada.O aumento dos preços para 2009 revoltou os pilotos, que já tinham se mostrado insatisfeitos com os valores de 2008, tanto que chegaram a cogitar um boicote ao último Grande Prêmio da Inglaterra.O preço da superlicença subiu de 10 mil para 10.400 euros. Além disso, devem ser pagos 2.100 euros por ponto marcado na temporada anterior - o antigo valor era de 2 mil euros. Há ainda a taxa de seguro, de 2.720 euros.A Associação de Pilotos de Grande Prêmio (GPDA, na sigla em inglês) não escondeu a insatisfação com os valores. O inglês Lewis Hamilton, atual campeão do mundo, por exemplo, terá que pagar 218.920 euros para correr em 2009.A GPDA enviou um e-mail a todos os pilotos, recomendando que esperassem três semanas para efetuar o pagamento."O assunto da superlicença será estudado na próxima reunião da Associação de Escuderias de Fórmula 1 (Fota, na sigla em inglês), em 3 de fevereiro. Portanto, esperem mais três semanas para assinar e fazer o pagamento. Isso nos dará tempo suficiente para escutar a opinião da FOTA e aumentar a pressão sobre a FIA", disse o texto, segundo o site Autosport.

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