Pilotos tentam evitar polêmica sobre GP de Cingapura

Raikkonen e Fisichella, que pilotarão a Ferrari no GP do Brasil, preferem não falar sobre o assunto

Thiago Arantes, Agencia Estado

15 de outubro de 2009 | 14h35

SÃO PAULO - O maior escândalo da história da Fórmula 1 ainda é fato recente, mas a categoria tenta esquecê-lo a todo custo. Ao serem perguntados sobre a polêmica que envolveu a manipulação do resultado do GP de Cingapura de 2008, os pilotos evitam comentários ou saem pela tangente. Naquela prova, Nelsinho Piquet bateu de propósito para favorecer Fernando Alonso, seu companheiro na Renault - a tática deu certo e o espanhol venceu a prova.

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"Não quero falar sobre esse assunto", disse Kimi Raikkonen, da Ferrari, nesta quinta-feira, durante entrevista coletiva em São Paulo. Giancarlo Fisichella, que acompanhava o companheiro de equipe, também esquivou-se da pergunta sobre o tema espinhoso.

Na terça-feira, o alemão Nico Rosberg já havia respondido de forma vaga às questões sobre a farsa da Renault. "Eu não tenho o que dizer porque nunca passei pela situação, é tudo muito maluco. Eu não sei o que se passou com ele", disse o piloto da Williams, falando sobre Nelsinho. Os dois pilotos são vizinhos em Mônaco, mas Rosberg disse que o assunto não faz parte das conversas entre ambos.

A exceção à regra do silêncio sobre Cingapura é Felipe Massa. Na quarta-feira, em conversa com jornalistas brasileiros, ele disse que Fernando Alonso sabia de toda a trama, contrapondo-se ao depoimento do espanhol à Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Por ter alegado não saber dos fatos, Alonso foi inocentado do caso.

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