Presidente do Grupo Lotus promete equipe competitiva

'Em sua história, o nome Lotus foi sinônimo de sucesso e excelência em engenharia', destacou Danny Bahar

AE, Agência Estado

10 de dezembro de 2010 | 10h31

O presidente do Grupo Lotus explicou que a decisão de realizar uma associação com a Renault a partir da próxima temporada da Fórmula 1 tem o objetivo de permitir que a equipe seja forte em 2011, o que não aconteceu neste ano com a estreante Lotus Racing, que foi a melhor equipe novata do campeonato, mas não conseguiu somar pontos.

"Acreditamos que o nome Lotus pertence à parte da frente do grid da Fórmula 1. Em sua história, o nome Lotus foi sinônimo de sucesso e excelência em engenharia. Embora a equipe de Hingham [Lotus Racing] tenha feito um trabalho honroso como a mais bem sucedida equipe estreante da Fórmula 1, eles ainda estão distantes de produzir resultados em linha com a história e o patrimônio do nome Lotus", afirmou Danny Bahar.

Assim, o dirigente prometeu que a Lotus Renault GP será competitiva e vai lutar por vitórias, repetindo os resultados dos melhores momentos da tradicional marca na Fórmula 1. "A Lotus Renault GP é capaz de fazer isso a partir de 2011, e vai colocar o nome Lotus de volta onde merece estar, entre as equipes top da Fórmula 1", disse.

Bahar confirmou que o polonês Robert Kubica e o russo Vitaly Petrov devem seguir como pilotos da escuderia em 2011. "Robert está confirmado, isto sempre esteve claro e a equipe expressou várias vezes que Vitaly é o piloto preferido para a segunda vaga em 2011. A equipe espera fazer um anúncio da dupla de pilotos antes do final deste ano", comentou.

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