Greg Baker/AP
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Raikkonen e Webber estão sob pressão no GP do Bahrein de Fórmula 1

Pilotos se apresentam para quarta etapa sabendo que profissionais e fãs estarão atentos ao seu trabalho

Livio Oricchio - Enviado especial, O Estado de S. Paulo

17 de abril de 2013 | 00h07

BAHREIN - Estabilidade emocional. Hoje na Fórmula 1 é tão importante quanto a capacidade de saber acelerar. Alguns pilotos se apresentam para a quarta etapa da temporada, o GP de Bahrein, domingo, sabendo que profissionais da competição e fãs no mundo todo vão estar mais atentos ao seu trabalho.

É o caso de Kimi Raikkonen, da Lotus, candidato a ser o companheiro de Sebastian Vettel na Red Bull, em 2014, e Mark Webber, o eventual preterido se o finlandês for mesmo para lá. Mais: o time errou duas vezes com Webber na China, ao deixá-lo sem gasolina na classificação e não apertar uma roda num pit stop.

Em entrevista ao Estado, em 2010, Fernando Alonso disse não ser um problema correr por uma equipe tendo já contrato com outra. "Anunciamos que iria para a McLaren no fim de 2005 e disputei e ganhei o campeonato de 2006 pela Renault." Mas essa não é a regra. Raikkonen já deu a entender em entrevista ao Estado que aceitaria fácil competir ao lado de Vettel na Red Bull. A dúvida é saber como ficará sua cabeça e a própria relação com a Lotus.

O proprietário da Lotus, Gerhard Lopez, disse ao site da revista inglesa Autosport não acreditar na saída de Raikkonen no fim do ano. "O relacionamento com Kimi é excelente."

O empresário sempre alega que o piloto tem total liberdade na Lotus, até mesmo de ir a poucos eventos promocionais, algo que não lhe agrada. E essa possibilidade de fazer o que deseja Raikkonen não teria em outra organização.

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