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Raikkonen: "Não há mais tempo a perder"

O piloto finlandês Kimi Raikkonen não deve ter, a partir desta sexta-feira, nos treinos livres do GP da Alemanha, um carro tão mais rápido que o dos seus adversários, como tem ocorrido nas últimas etapas da Fórmula 1. Mas, provavelmente, a sua McLaren será mais resistente.Nos GPs da França e da Grã-Bretanha, o motor Mercedes da McLaren de Raikkonen quebrou nos treinos e, por ter sido substituído, o piloto perdeu dez posições no grid - acabou as provas com um segundo e um terceiro lugares, respectivamente. "Tinha carro para ganhar as duas corridas", admitiu o finlandês, nesta quinta-feira, em Hockenheim.Por isso mesmo, a Mercedes deve ser mais prudente no GP da Alemanha. Para reduzir as chances de novo problema com o motor de Raikkonen e também com o de seu companheiro de equipe, o colombiano Juan Pablo Montoya, a fabricante deverá optar por perder alguns cavalos em troca de maior confiabilidade no equipamento."Não é só questão de sorte ou azar. As minhas quebras resultam da necessidade de sermos agressivos no desenvolvimento dos motores, como exige a Fórmula 1", afirmou Raikkonen.Com 51 pontos diante de 77 do líder Fernando Alonso, da Renault, Raikkonen deixa clara sua preocupação com a distância já imposta pelo espanhol na briga pelo título da Fórmula 1. Restam, com o GP da Alemanha, mais 8 etapas para o encerramento da temporada. "Não há mais tempo a perder. Temos de começar a reduzir essa diferença agora", avisou o finlandês da McLaren.Mas, mesmo com a possível perda de alguns décimos de segundo no tempo de volta em troca de maior resistência do motor, o piloto da McLaren sabe que dá para vencer em Hockenheim. "Em termos de velocidade a vantagem é nossa", disse Raikkonen.E ele ainda terá a importante ajuda do outro piloto da McLaren. Pelo menos é o que promete o colombiano Juan Pablo Montoya, que venceu a última etapa, na Inglaterra, e promete interferir na luta pelo título entre Alonso e Raikkonen. "Se eu continuar vencendo, ajudarei meu companheiro", garantiu.

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