Renault perde patrocínios após confirmação da farsa

A Renault escapou de punição pela farsa no GP de Cingapura de 2008, ao receber apenas uma espécie de advertência da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Mas o caso ainda custará muito caro para a equipe francesa: nesta quinta-feira, dois grandes patrocinadores rescindiram contrato por causa do escândalo.

AE, Agencia Estado

24 de setembro de 2009 | 21h19

Por causa da fabricação do resultado em Cingapura, quando o brasileiro Nelsinho Piquet bateu deliberadamente o carro para favorecer a vitória do espanhol Fernando Alonso, a Renault demitiu seus dois principais dirigentes, Flavio Briatore e Pat Symonds, que também foram suspensos pela FIA no julgamento do caso.

Mas, mesmo demitindo os responsáveis, a Renault ficou com sua imagem manchada. Tanto que o banco holandês ING e a seguradora espanhola Mutua Madrilena resolveram romper o vínculo com a equipe, sob alegação de não querer atrelar a marca uma organização que foi responsável por uma farsa como aquela de Cingapura.

O banco ING era o principal patrocinador da Renault, com um investimento anual estimado de 25 milhões de euros. E a seguradora Mutua Madrilena investia cerca de 4 milhões de euros. O dinheiro fará falta, mas o pior é mesmo a imagem na equipe francesa, cada vez mais arranhada.

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