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Renault vê 'coquetel de problemas' como trunfo para evolução na F-1

Montadora dona da Lotus e quer tirar lições dos problemas de 2015 

Estadão Conteúdo

16 de dezembro de 2015 | 13h20

A Renault acredita que os problemas enfrentados em 2015 trazem um aspecto positivo. Para o diretor de operações Remi Taffin, os erros cometidos na última temporada levaram a fabricante de motores a aprender mais, o que a ajudará na preparação para o próximo campeonato, quando voltará a ter uma equipe no grid da Fórmula 1 - a Renault adquiriu a Lotus.

"O ''coquetel de problemas'' nos permitiu aprender muito e nos certificar de que esses mesmos problemas não voltem mais a acontecer no futuro", afirmou Remi, garantindo que neste momento é Renault está bem melhor preparada do que no mesmo período no ano passado.

Os problemas de confiabilidade dos motores da Renault, especialmente no primeiro semestre, provocaram rusgas na relação da Red Bull, que perdeu muito em competitividade. E o dirigente admitiu que foi surpreendido pelos problemas.

"Chegamos ao primeiro teste de inverno acreditando que tínhamos dado um grande passo à frente entre as temporadas. Nós realmente pensamos que tínhamos feito um bom trabalho", explicou Taffin.

O diretor de operações também apontou a intensificação da parceira com a Ilmor como um aspecto positivo para a Renault pensando no próximo ano. "Eles [Ilmor] conseguiram trazer conceitos diferentes para a mesa, como um conceito diferente de combustão, e agora vamos continuar com eles em 2016", disse.

A temporada 2016 da Fórmula 1 começará em 20 de março com a realização do GP da Austrália.

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