André Lessa/AE - 27/11/2011
André Lessa/AE - 27/11/2011

Romain Grosjean supera Bruno Senna e correrá pela Renault

Brasileiro terá de buscar vaga em outras equipes para participar da próxima temporada da F-1

AE, Agência Estado

09 de dezembro de 2011 | 09h09

PARIS - Romain Grosjean venceu a disputa com o brasileiro Bruno Senna e foi anunciado nesta sexta-feira como piloto da Renault para a temporada 2012 da Fórmula 1. A escuderia confirmou que o francês será o companheiro do finlandês Kimi Raikkonen, que foi campeão mundial em 2007, no próximo ano.

A Renault explicou em um comunicado oficial que o desempenho de Grosjean, que foi piloto reserva em 2011, nos treinos livres das provas de Abu Dabi e do Brasil no final da temporada foram decisivas para a escolha do francês para ser um dos pilotos da equipe no próximo ano.

"Estou muito feliz de ser um dos pilotos da equipe em 2012. Há uma grande sorriso no meu rosto com a perspectiva de ficar atrás do volante do carro no próximo ano", disse Grosjean. "Correr ao lado de um ex-campeão mundial e de alguém que está com fome de voltar para a Fórmula 1 será uma grande experiência".

Com a decisão, o brasileiro Bruno Senna e o russo Vitaly Petrov terão de buscar vagas em outras equipes para participarem da próxima temporada da Fórmula 1. "Eu gostaria de agradecer a Vitaly Petrov e Bruno Senna por sua contribuição para o desempenho da equipe neste ano e desejo-lhes tudo de melhor para o futuro", disse Eric Boullier, chefe da equipe. "Romain tem mostrado muita maturidade nos últimos 12 meses tanto por meio de sua vitória na GP2 como no seu desenvolvimento como terceiro piloto com a gente".

Neste ano, Grosejan foi campeão da GP2. Anteriormente, ele foi piloto de testes da Renault em 2008 e disputou uma corrida no segundo semestre de 2009. "Eu sinto que a minha temporada de sucesso na GP2 me ajudou a amadurecer, e eu sou um piloto muitos mais completo do que fui na ultima vez que eu corri", disse Grosjean. "Eu não vou decepcionar e gostaria de agradecer a todas as pessoas sem as quais esse retorno à Fórmula 1 não teria sido possível".

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