Tim Chong/Reuters
Tim Chong/Reuters

Rubens Barrichello, surpreso, admite: poderia ser pior

Brasileiro está incomodado pela evolução da Brawn ser menor que a dos rivais e com estratégia em Cingapura

Livio Oricchio, Enviado Especial - O Estado de S. Paulo

26 de setembro de 2009 | 13h00

CINGAPURA - Largar em décimo lugar neste domingo no GP de Cingapura foi só uma das surpresas para Rubens Barrichello. A primeira delas, neste sábado, foi a evolução menor do carro da Brawn GP em relação às demais equipes à medida que a pista ganhava mais borracha e se tornava mais rápida.

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"A McLaren, a Red Bull e a Williams aproveitaram melhor essa nova condição. Nós não crescemos como eles", diz. Deu a entender que tentou pilotar acima do limite do carro, tanto que antes de colidir na barreira de proteção já havia perdido o seu controle na chicane, curva 10, quase batendo também.

Com 66 pontos diante de 80 de Button, líder do Mundial, Rubinho tem ainda chances de reduzir a diferença no GP de Cingapura. Mas preocupa o piloto o fato de Button poder largar com o volume de gasolina que desejar por ter ficado fora dos dez enquanto ele começa a prova com o que há no seu tanque, com certeza menos de Button, o que pode representar uma desvantagem.

"Poderia ser pior", admitiu Rubinho. Ross Brawn, proprietário do time, concordou: "Não está ruim para Rubens se levarmos em conta o seu peso de gasolina". Sugere não haver tanta diferença entre a volta do primeiro pit stop de um e outro piloto, que se confirmado jogará a favor do brasileiro.

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