Darko Bandic/AP
Darko Bandic/AP

Sauber e Force India retiram queixa contra a Fórmula 1 na Comissão Europeia

Equipes alegavam supostas práticas consideradas anticompetitivas na categoria

Estadão Conteúdo

25 Janeiro 2018 | 12h50

A Sauber e a Force India anunciaram nesta quinta-feira que retiraram a queixa apresentada contra a Fórmula 1 na Comissão Europeia em razão de supostas práticas consideradas anticompetitivas na categoria. A queixa havia sido apresentada em setembro de 2015, quando o campeonato ainda era comandado por Bernie Ecclestone.

+ Viñales renova com a Yamaha até o fim da temporada de 2020 da MotoGP

+ F-1: McLaren 2018 será mais curto

As duas equipes questionavam a distribuição das premiações da categoria e a forma como as regras eram definidas por Ecclestone. A queixa foi retirada, "com efeito imediato", pelos próprios times diante dos sinais enviados pelos novos proprietários de possíveis mudanças nas premiações e nos custos do campeonato.

"Fomos encorajados ao diálogo que foi introduzido no ambiente da Fórmula 1 após a chegada de Chase Carey à posição de presidente e CEO da F-1 e da sua nova equipe de administração", declararam a Sauber e a Force India em comunicado conjunto.

"A abordagem deles trouxe uma nova cultura de transparência ao esporte e ilustra a disposição de debater questões fundamentais, como a distribuição de prêmios monetários, controle de custos e regulação de motores", afirmaram as equipes.

Ao fim do primeiro ano da Liberty Media à frente da F-1, em substituição a Ecclestone, seus principais dirigentes indicaram nos meses finais de 2017 que pretendiam implementar mudanças nas premiações e nos custos da categoria, considerados muito elevados.

As declarações de Chase Carey geraram rápida repercussão nos paddocks da F-1, recebendo total apoio das equipes menores. No entanto, passou a enfrentar forte oposição dos times maiores, como Ferrari e Mercedes, pouco interessadas no controle de gastos na competição.

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.