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Silvia Izquierdo/AP
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Sem vitória inédita, Hamilton sai com cara de poucos amigos

Campeão mundial queria homenagear Senna ganhando no Brasil

ALMIR LEITE, Estadão Conteúdo

15 de novembro de 2015 | 16h54

O tricampeão da Fórmula 1 Lewis Hamilton saiu com cara de poucos amigos do GP do Brasil. Mais uma vez o piloto inglês viu frustrado o sonho de vencer em Interlagos e ainda teve de aturar a vitória de seu companheiro de Mercedes, o alemão Nico Rosberg, com quem tem uma indisfarçável rivalidade, neste domingo. E deixou claro não ter ficado feliz.

Um dos motivos de contrariedade de Hamilton foi a estratégia da Mercedes, que novamente foi a mesma para os dois pilotos. Para o inglês, isso prejudica a disputa entre eles. "Quando os dois pilotos têm a mesma estratégia, é como se tudo já estivesse pré-determinado", afirmou.

Hamilton foi um dos pilotos que definiram a corrida como "chata". No caso, apesar de ter um bom ritmo, em nenhum momento pôde lutar de fato pelo primeiro lugar com Rosberg. "Eu só não conseguia ultrapassar. É uma grande pista, mas você simplesmente não consegue chegar perto o suficiente para lutar", lamentou o piloto, que mais uma vez falou que "adora" correr em Interlagos.

Para ele, a maneira como a corrida se desenrolou também é ruim para o público. "Eu gosto de correr risco, de lutar por ultrapassagens e acho que o público também espera por isso", afirmou.

Hamilton passou toda a corrida atrás de Rosberg - com exceção dos momentos de ida aos boxes - e disse que isso teve como consequência um grande desgaste de pneus. "Eu acabei por matar meus pneus", disse o inglês.

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