Temporada de Fórmula 1 começa nesta quinta renovada e imprevisível

Mudanças no regulamento fazem tetracampeão Sebastian Vettel ser o azarão na Austrália

O Estado de S. Paulo

13 de março de 2014 | 05h00

MELBOURNE - A Fórmula 1 começa uma nova era a partir desta quinta-feira. A maior mudança de regulamento da história da categoria será colocada em prática pela primeira vez na abertura dos treinos livres para o GP da Austrália, em Melbourne, que começam na noite desta quinta-feira, pelo horário de Brasília.

As novidades começam no sistema de pontuação e vão até o som dos motores, o visual dos carros e também no consumo de combustível. As bruscas mudanças técnicas deixaram a temporada totalmente imprevisível, a ponto de a Red Bull e o tetracampeão Sebastian Vettel serem apenas azarões na abertura. "Se terminarmos a corrida e iniciarmos a temporada somando pontos, não choraremos", disse Daniel Ricciardo, companheiro de equipe do alemão.

Os objetivos da mais poderosa escuderia dos &uacuteltimos anos ficaram modestos depois da pr&eacute-temporada p&iacutefia realizada. O problema que afetou a Red Bull foi o superaquecimento do motor e afligiu tamb&eacutem os demais times que usam o mesmo fornecedor, a Renault. Agora, as unidades propulsoras s&atildeo turbo V-6 e exigiram grande esfor&ccedilo dos engenheiros. Os motores s&atildeo menos ruidosos que os V-8 aspirados de 2013 e tamb&eacutem mais econ&ocircmicos. O sistema de recupera&ccedil&atildeo de energia tamb&eacutem &eacute novo e ajudar&aacute no reaproveitamento da energia proveniente do calor do escapamento e das freadas.

Mais econ&ocircmica e ecol&oacutegica, a F&oacutermula 1 gastar&aacute menos combust&iacutevel. O limite para cada carro ser&aacute de 100 kg, contra a m&eacutedia de 150 kg usada at&eacute o ano passado. O c&acircmbio passa de sete para oito marchas e ter&aacute ajuste &uacutenico para toda a temporada.

Todas as novidades tiveram pouco tempo para serem testadas, com 12 dias de pr&eacute-temporada. "Temos ainda muito a descobrir, mas o jeito &eacute se concentrar no pouco que j&aacute conhecemos", disse Kimi Raikkonen, agora na Ferrari. Na escuderia italiana reside a grande expectativa de rivalidade interna. Pela primeira vez desde 1953 o time de Maranello ter&aacute dois campe&otildees mundiais. Fernando Alonso est&aacute na equipe desde 2010 e deve lutar pela prefer&ecircncia da dire&ccedil&atildeo com o finland&ecircs que levou a Ferrari ao t&iacutetulo, em 2007.

Os objetivos da mais poderosa escuderia dos últimos anos ficaram modestos depois da pré-temporada pífia realizada. O problema que afetou a Red Bull foi o superaquecimento do motor e afligiu também os demais times que usam o mesmo fornecedor, a Renault.

Agora, as unidades propulsoras são turbo V-6 e exigiram grande esforço dos engenheiros. Os motores são menos ruidosos que os V-8 aspirados de 2013 e também mais econômicos. O sistema de recuperação de energia também é novo e ajudará no reaproveitamento da energia proveniente do calor do escapamento e das freadas.

Mais econômica e ecológica, a Fórmula 1 gastará menos combustível. O limite para cada carro será de 100 kg, contra a média de 150 kg usada até o ano passado. O câmbio passa de sete para oito marchas e terá ajuste único para toda a temporada.

Todas as novidades tiveram pouco tempo para serem testadas, com 12 dias de pré-temporada. "Temos ainda muito a descobrir, mas o jeito é se concentrar no pouco que já conhecemos", disse Kimi Raikkonen, agora na Ferrari.

Na escuderia italiana reside a grande expectativa de rivalidade interna. Pela primeira vez desde 1953 o time de Maranello terá dois campeões mundiais. Fernando Alonso está na equipe desde 2010 e deve lutar pela preferência da direção com o finlandês que levou a Ferrari ao título, em 2007.

Apesar do renome dos pilotos, não foi o carro vermelho o que mais se destacou nos testes. O carro prateado da Mercedes despontou como favorito, seguida pela Williams, do brasileiro Felipe Massa. Os modelos para 2014 também estão diferentes. O regulamento obrigou os bicos a serem mais baixos e, em alguns casos, o resultado estético foi ruim.

Entre toda a lista de novidades, está guardada ainda a última delas. Na etapa de encerramento, em Abu Dabi, os pontos valerão o dobro. Trata-se de outra tentativa da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) de deixar o campeonato indefinido até o fim.

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