Felix Heyder/EFE
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Toyota faz oferta a Raikkonen, que pede mais

Equipe promete um carro veloz para 2010 e espera acerto com o finlandês para a próxima temporada

ALAN BALDWIN, REUTERS

19 de outubro de 2009 | 18h32

SÃO PAULO - A Toyota ofereceu a Kimi Raikkonen um contrato na próxima temporada, mas os representantes do finlandês querem mais, segundo o presidente da equipe, John Howett.

 

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"Não jogamos demais. Colocamos sobre a mesa o que podemos pagar, e achamos que é uma oferta séria no atual mercado", disse Howett depois do GP do Brasil, no domingo.

"Acho genuinamente que podemos trabalhar bem com ele, dar-lhe um carro que seja rápido", afirmou.

Raikkonen será substituído em 2010 na Ferrari pelo bicampeão Fernando Alonso, e ainda não decidiu seu futuro, embora uma volta à McLaren pareça o mais provável.

O finlandês baladeiro diz que deseja um carro competitivo, e a Toyota jamais venceu uma corrida desde que entrou na categoria, em 2002, embora tenha tido uma trajetória vitoriosa em competições de rali.

Howett disse que Raikkonen seria uma boa escolha porque a equipe "teve uma boa relação com pilotos escandinavos nos tempos do rali."

O polonês Robert Kubica também despertou o interesse da Toyota, mas acabou assinando com a Renault. A equipe japonesa, cujo futuro provoca especulações no paddock, atualmente corre com o italiano Jarno Trulli e o alemão Timo Glock.

"Ainda estamos mantendo um grau de discussão com os dois pilotos", disse o dirigente. "Pusemos uma oferta sobre a mesa para o Jarno, e acho que ele não ficou descontente com a oferta financeira, [mas com] certas questões no contrato, e não acho que sejam negociáveis da nossa parte. Ele pode muito bem estar no carro no ano que vem, mas isso não está nada claro."

O japonês Kamui Kobayashi substituiu Glock, lesionado, em Interlagos, e causou boa impressão, chegando a ocupar o terceiro lugar e se defendendo por várias voltas de Jenson Button, que acabou conquistando o título mundial.

"Achei que ele defendeu bem, quando retomou de Button. Ele é destemido e fez um bom trabalho ao ultrapassar Fisichella", disse Howett, ressalvando que o estreante "ainda em termos de ritmo estava um pouco lento."

Button foi menos generoso com o estreante: "Vou lhes dizer: esse cara é louco, louco. Suponho que seja só inexperiência, mas ele se mexe muito nas zonas de frenagem, o que torna muito difícil."

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