Último sobrevivente da 1ª temporada da F1, em 1950, francês morre aos 97 anos

Último remanescente da primeira temporada da história da Fórmula 1, realizada em 1950, Robert Manzon morreu nesta segunda-feira, aos 97 anos de idade. O francês era o único ex-piloto ainda vivo a ter disputado aquele campeonato de estreia da maior categoria do automobilismo mundial. Ele faleceu em sua casa, em Marselha, no Sul da França, e as causas da morte não foram reveladas.

Estadão Conteúdo

19 de janeiro de 2015 | 16h21

Manzon disputou 28 corridas na F1, entre 1950 e 1956, período em que subiu ao pódio por duas vezes. Ele foi terceiro colocado do GP da Bélgica, guiando um Gordini, e conquistou a mesma posição no GP da França de 1954, com uma Ferrari.

A primeira temporada da Fórmula 1 contou com apenas sete corridas, sendo que o campeonato contou com corridas nos tradicionais circuitos de Silverstone, na Inglaterra, e de Indianápolis, nos Estados Unidos. O italiano Giuseppe Farina, a bordo de um Alfa Romeo, se sagrou campeão naquele ano.

Manzon foi também companheiro de equipe do brasileiro naturalizado francês Hermano João da Silva Ramos, conhecido como "Nano", em suas duas últimas temporadas na F1, então novamente pilotando pela equipe Gordini, após correr pela Ferrari apenas no ano de 1954.

Manzon também fundou, ao lado do pentacampeão Juan Manuel Fangio e de outras figuras de renome da elite do automobilismo, o Clube Internacional dos Ex-pilotos de Fórmula 1, em 1962.

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