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Vettel admite dificuldades em treinos para GP do Azerbaijão, mas se diz confiante

Dia foi marcado por mais de uma centena de bandeiras amarelas

O Estado de S.Paulo

23 de junho de 2017 | 20h02

O alemão Sebastian Vettel, da Ferrari, que terminou o primeiro dia de treinos livres para o GP do Azerbaijão com o quinto melhor tempo - o primeiro lugar foi do holandês Max Verstappen, da Red Bull - ressaltou em entrevista, nesta sexta-feira, as dificuldades do circuito de rua de Baku (o dia foi marcado por mais de uma centena de bandeiras amarelas), mas disse que confia em um bom desempenho no treino que definirá o grid de largada.

"Esta é uma pista muito diferente. No ano passado, fizemos tudo bem e terminamos em segundo. Houve algumas lições que aprendemos e temos que descobrir como lidar neste ano. A pista do ano passado era muito suave e difícil de fazer os pneus trabalharem. Há retas longas entre as curvas, com dificuldades para aquecer os pneus. Do ponto de vista do piloto, é um pouco complicado, porque você tem paredes muito próximas e, olhando, todas parecem as mesmas, o que significa que há muitas coisas acontecendo ao redor da pista, mas não há muitas referências. Não é uma pista fácil para corrigir as coisas, como ficou muito visível hoje (sexta-feira)", analisou o alemão.

Líder do Mundial de Pilotos com 141 pontos, Sebastian Vettel diz que se sente muito bem na escuderia italiana. "Sinto-me muito confortável e em muito em casa na Ferrari. Estamos trabalhando bem e as coisas parecem vir juntas. Este ano é com certeza um ano muito importante para nós e estamos começando a ver alguns dos resultados que tentamos implementar há algum tempo. Espero que seja apenas o começo. Há muito mais por vir", projetou.

Sebastian Vettel também valorizou a relação que tem com o companheiro de equipe Kimi Raikkonen. O finlandês declarou recentemente que apoiaria o alemão na pista em prol do título da categoria para a equipe italiana. "Acho que é devido ao respeito que temos um pelo outro. Certamente, no início todos estão tentando obter o melhor resultado para si. Mas então você olha como a temporada se desenrola e, tanto para Kimi quanto para mim, seria natural apoiar o outro se tivesse chance de vencer o campeonato", finalizou.

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