Vettel avalia que pode reviver com Hamilton a rivalidade entre Senna e Mansell

O inglês Lewis Hamilton está cada vez mais próximo de assegurar o seu terceiro título mundial, sendo o segundo consecutivo, mas a maior competitividade do carro da Ferrari e o fato do alemão Sebastian Vettel ter assumido a vice-liderança do campeonato da Fórmula 1 provocam o surgimento de projeções de que possa ocorrer uma grande rivalidade entre eles. Quem avaliou essa possibilidade foi o próprio Vettel, que apontou a possibilidade de repetir com Hamilton duelos históricos como os ocorridos entre Ayrton Senna e Nigel Mansell.

Estadão Conteúdo

14 de outubro de 2015 | 15h37

"Seria divertido, sim, porque ele é um dos melhores pilotos. E os fãs iriam adorar também, como fizeram nos tempos de Senna e Mansell. Lewis ainda tem um pouco de vantagem agora, mas estamos trabalhando muito duro e espero que no futuro possamos oferecer este cenário", afirmou.

No último fim de semana, Hamilton venceu o GP da Rússia, igualando o número de triunfos de Vettel - 42 - e abrindo vantagem bastante confortável no Mundial de Pilotos: o inglês é o primeiro colocado, com 302 pontos, enquanto o alemão saltou para a segunda posição, com 236. Assim, caso confirme todo o seu favoritismo em 2015, Hamilton ficará a apenas uma conquista de igualar os cinco títulos de Vettel.

Por isso, eles podem mesmo repetir a rivalidade entre Senna e Mansell, que sempre foram de equipes diferentes na Fórmula 1. O auge dessa rivalidade se deu na temporada 1991, quando o brasileiro se deu melhor e levou o título mundial pela McLaren. Mansell, então, deu o troco no ano seguinte.

O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, reconheceu que essa rivalidade pode mesmo se repetir, mas destacou que as disputas entre Hamilton e o alemão Nico Rosberg, seu companheiro de equipe, não pode ser descartada.

"Estão ambos em carros que têm um bom desempenho e isso poderia muito bem se transformar em uma das rivalidades lendárias do esporte. Mas Lewis também tem uma rivalidade em sua própria equipe que não deve ser subestimada", afirmou o dirigente.

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