Vettel tira foco de título e fala em ampliar vantagem

Vettel tira foco de título e fala em ampliar vantagem

Para piloto, principal objetivo na corrida é aumentar a vantagem sobre os rivais

AE, Agência Estado

16 de setembro de 2011 | 11h50

MILTON KEYNES, INGLATERRA - Com uma temporada quase impecável até o momento, o alemão Sebastian Vettel pode garantir o título do Mundial de Fórmula 1 com cinco etapas de antecipação, já na próxima corrida, no GP de Cingapura, que acontece no dia 25 de setembro. Para isso, basta que ele vença a prova e Fernando Alonso, da Ferrari, chegue no máximo na quarta colocação. Apesar da proximidade da conquista, o piloto da Red Bull mantém a calma e diz que seu objetivo é apenas "ampliar a vantagem" na liderança.

"Pensando no campeonato, ainda há algumas coisas para acontecer. Estamos em uma posição muito boa, o que merecemos, porque trabalhamos duro e cometemos poucos erros. Desde que consigamos sair da próxima corrida com uma liderança maior do que a tínhamos quando começamos, então teremos feito um bom trabalho. Vamos ver", declarou.

Com uma vantagem de 112 pontos para Alonso - 284 a 172 -, Vettel espera que seu carro repita o bom desempenho do ano passado, quando terminou na segunda colocação na prova vencida pelo próprio espanhol. "O carro parece ser muito competitivo lá, então espero que possamos voltar neste ano e vencer, o que seria muito especial", afirmou.

Companheiro do alemão na Red Bull, Mark Webber já admitiu que não tem mais chance de brigar pelo título, que, segundo ele, já é de Vettel. Na quarta colocação do Mundial, com 167 pontos, o australiano quer melhorar sua posição e brigar pelo segundo lugar com Fernando Alonso e Jenson Button, da McLaren. Para isso, um bom resultado em Cingapura seria essencial.

"Eu gosto de pilotar lá (em Cingapura), então espero que possa ter sucesso lá como tive em Valência neste ano (terminou em terceiro). No campeonato, quatro de nós - eu, Fernando (Alonso), Jenson (Button) e Lewis (Hamilton) - estão separados por apenas 14 pontos e nenhum de nós irá ceder uma polegada sequer", garantiu.

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