Divulgação/Williams
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Williams tem surto de covid-19 e vai substituir funcionários para GP da Turquia

Escuderia inglesa não revela quantidade, mas garante que tem atendido os contagiados para garantir a recuperação rápida

Redação, Estadão Conteúdo

09 de novembro de 2020 | 12h54

A equipe Williams revelou, nesta segunda-feira, ter sofrido com um surto da covid-19 durante a disputa do GP da Emilia-Romagna de Fórmula 1 e também do GP de Portugal, no fim de outubro. Na etapa da Turquia, no próximo fim de semana, os funcionários contaminados serão substituídos por colegas que atuam na fábrica do time em Grove, no Reino Unido.

"Embora não desejemos dar detalhes sobre as pessoas afetadas pelo vírus, confirmamos que todos os casos foram tratados de acordo com o protocolo da Federação Internacional do Automobilismo (FIA), priorizando a segurança do nosso pessoal. Os funcionários normalmente destacados para o trabalho na fábrica vão para a pista no próximo fim de semana no GP da Turquia", relatou a equipe por intermédio de um comunicado nas redes sociais.

Os pilotos George Russell e Nicholas Latifi não foram afetados pelo surto. "Pedimos a compreensão por estarmos limitando as informações sobre isso, mas gostaríamos de estender nosso agradecimento a todos os funcionários da equipe, seja em casa ou na pista, e às suas famílias pelo apoio que prestam neste momento difícil", finalizou o comunicado.

A Fórmula estabeleceu protocolos de segurança para evitar a propagação da covid-19, mas chegou a permitir público nos GPs da Toscana, Rússia, Alemanha e Portugal. Com o aumento dos casos na Europa, voltou a impedir a presença de fãs no GP em Ímola.

Antes da Williams, apenas duas equipes havia registrado casos de coronavírus. Em março, horas antes do início do GP da Austrália, a McLaren registrou um caso positivo entre seus funcionários, o que causou o cancelamento da corrida.


Em outubro, foi a vez da Mercedes registrar resultados positivos, no GP de Eifel em Nürburgring, na Alemanha. Seis pessoas foram isoladas.

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