Franck Robichon/EFE
Franck Robichon/EFE

Williams teve de trocar o motor do carro de Rubens Barrichello

'O treino foi bom para nós, é só uma pena que nós estamos falhando no último minuto do Q2'

estadão.com.br

17 de abril de 2010 | 05h38

Por 33 milésimos de segundo o brasileiro Rubens Barrichello não conseguiu se classificar para a última sessão do treino que definiu o grid de largada do GP da China de Fórmula 1 - ele larga no 11.º lugar. O pouco que faltou não foi o maior problema que teve: sua Williams teve o motor trocado.

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"A gente teve de trocar o motor, deu problema no treino da manhã [de sábado]. O treino foi bom para nós, é só uma pena que nós estamos falhando no último minuto do Q2 [segunda sessão]. Tudo é tão apertado neste momento e, por mais que você pense sobre isso, aquela é a hora de conseguir o melhor para ficar perto dos primeiros. Era uma grande volta mas estou feliz com o que eu fiz nesta tarde", diz.

Ele conta que não tem feito tempos mais rápidos nos treinos livres porque a Cosworth, fabricante do motor, pede para preservá-lo. "Aí na classificação, quando a gente usa todos os giros, consegue andar melhor. Na sexta anda devagar porque a Cosworth não libera tudo. No sábado, com pouca gasolina, o carro cresce", disse, em entrevista à TV Globo.

A troca de motor não gera punição em sua posição no grid porque está dentro do limite de oito motores por piloto nesta temporada da Fórmula 1. Outro problema é que parte do equipamento da Williams - e de outras equipes - ficou preso na alfândega chinesa e assim a equipe inglesa não pôde fazer atualizações no carro.

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