Arquivo/AE
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Assediada, Paula Pequeno pode ir jogar na Rússia ou na Itália

Com o fim do Finasa/Osasco, clubeus fazem proposta para a atleta; empresário não revela valor das negociações

Daniel Brito, Agencia Estado

22 de abril de 2009 | 08h06

Assediada desde março por equipes italianas e, principalmente, russas, a atacante Paula Pequeno tem uma boa oportunidade de, enfim, defender uma equipe estrangeira, com o fim do Finasa/Osasco. Jogando pelo time desde 1997, quando veio de Brasília para as categorias de base do BCN (banco já extinto, também de propriedade do Bradesco), ela é uma das jogadoras mais caras do planeta. As cifras, no entanto, são guardadas como um segredo de Estado.

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"Paula tem uma proposta quase irrecusável de uma equipe grande da Rússia", informou Jorge Assef, empresário da ponteira. "Ela (a proposta) só não é totalmente irrecusável porque ainda não recebi o pré-contrato para a Paula assinar", explicou.

O contrato da atacante com a equipe paulista se encerrará neste mês, assim como os das demais jogadoras. "Estranhei porque desde março pedi reunião para conversar a respeito da renovação, mas eles não deram notícia. Foi o único indício de que as coisas podiam não estar bem", contou Assef.

"Paula está para o vôlei feminino como Giba está para o masculino. Todas as equipes do mundo querem contar com ela. Inclusive no Brasil já houve sondagens", indicou o empresário. Uma opção "caseira" para Paula seria um contrato com o São Caetano/Blausiegel, que pode perder Sheilla para o vôlei europeu.

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