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Banco do Brasil reafirma que não houve intermediação em contrato com CBV

Banco contesta versão apresentada pelo ex-presidente da confederação, Ary Graça, em entrevista publicada nesta terça-feira

O Estado de S. Paulo

25 de março de 2014 | 20h07

SÃO PAULO - O Banco do Brasil não "comprou" a nova versão propalada pelo ex-presidente da CBV, Ary Graça Filho, que ainda tenta explicar o pagamento de comissão a empresas que teriam, segundo ele, intermediado os contatos entre a entidade e a instituição financeira antes da assinatura do milionário contrato de patrocínio. A nova versão, que contradiz a primeira, apresentada pelo próprio Graça, foi dada em entrevista publicada pelo Lance! na edição desta terça-feira. 

"O Banco do Brasil reafirma que a renovação do contrato foi negociada diretamente com a CBV e que desconhece a participação de qualquer outra empresa nessas negociações. Todos os que participaram por parte da CBV nas reuniões foram identificados como representantes da Confederação, assim como toda a troca de correspondências e a formalização do contrato ocorreram diretamente com a CBV", diz comunicado enviado pela assessoria de imprensa do BB ao Estadão.

A instituição bancária não descarta sequer a possibilidade de rescindir o contrato de patrocínio à CBV caso a entidade não ofereça uma resposta satisfatória para as denúncias. "O Banco do Brasil informa que analisa as primeiras respostas recebidas da CBV e aguarda a conclusão da auditoria externa em andamento", diz o comunicado. Na semana passada, a CBV anunciou a contratação da PrincewaterhouseCoopers (PwC), uma das maiores empresas de auditoria do mundo.

 

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