Divulgação/CBV
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Banco do Brasil retoma patrocínio após CBV melhorar transparência

Entidade parou de receber dinheiro por irregularidades com CGU

Estadão Conteúdo

22 de junho de 2015 | 16h16

O Banco do Brasil emitiu comunicado, nesta segunda-feira, para informar que retomou o pagamento das parcelas referentes ao patrocínio à Confederação Brasileira de Vôlei. De acordo com o banco, a CBV enviou a documentação que comprovam o cumprimento dos aditivos aos contratos assinados no último mês de janeiro.

"O Banco do Brasil entende que as medidas adotadas representam um avanço em práticas de gestão ao trazer mais transparência para aplicação dos recursos e incentivar a participação da comunidade do esporte nas decisões", disse o BB no comunicado.

Os pagamentos à CVB haviam sido paralisados em fevereiro porque a entidade deixou de cumprir algumas das medidas acertadas com o banco e com a Controladoria Geral da União (CGU), em dezembro do ano passado.

A CGU determinou abertura de investigação sobre contratos firmados entre a CBV e o banco entre 2010 e 2013, na gestão do ex-presidente Ary Graça Filho, hoje mandatário da Federação Internacional de Vôlei (FIVB).

A CBV cumpriu alguns itens do acordo que permitiu a retomada do apoio, como a implantação de regras de contratações e definição de parâmetros na destinação do bônus de performances aos atletas.

Outros pontos, porém, ainda não tinham sido adotados como a reformulação de regras de contratações, criação da ouvidoria da CBV e compromisso de buscar ressarcir os valores pagos de serviços que não tiveram a comprovação de que foram executados.

Antes da paralisação dos pagamentos, o Banco do Brasil repassou mais de R$ 9,5 milhões à CBV por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, patrocinando os treinamentos das seleções de base para os Campeonatos Sul-Americanos e o Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia. Em mais de três anos, esses foram os primeiros patrocínios do BB via Lei de Incentivo, de acordo com o site do ministério do Esporte.

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