Arquivo/AE
Arquivo/AE

Bernardinho analisa possíveis rivais nas finais da Liga Mundial

Os brasileiros garantiram a classificação antecipada do grupo D; Argentina e Cuba são os prováveis adversários

EFE

18 de julho de 2009 | 16h48

O técnico Bernardinho, da seleção brasileira masculina de vôlei, já começou a obter informações sobre Argentina e Cuba, dois de seus prováveis rivais na fase final da Liga Mundial, entre os dias 22 e 26 em Belgrado, capital da Sérvia. Os brasileiros garantiram a classificação antecipada do grupo D, enquanto a Argentina vem como provável segunda do grupo B - o líder é a anfitriã Sérvia, já classificada - e os cubanos dominam o grupo C, à frente de forças como Rússia e Bulgária.

Veja também:

link Vôlei: Brasil bate a Venezuela por 3 a 0 em Belo Horizonte

Bernardinho admitiu que Argentina e Cuba serão adversários mais difíceis que Polônia, Finlândia e Venezuela, rivais na chave, e representarão verdadeiros desafios para a renovada seleção.

"A Argentina mostrou que está aí de novo. Esta nova geração foi despertada pelo (Jon) Uriarte e agora está tendo bons resultado sob o comando do (Javier) Weber, um excelente treinador. É um time mesclado, com veteranos e com jovens talentos", comentou o treinador após a vitória de hoje contra os venezuelanos, em Belo Horizonte.

"Já da equipe de Cuba não temos o que falar da parte física. Eles têm muita potência. Cuba caiu numa chave complicada na fase classificatória e conseguiu a classificação para as finais por méritos próprios", completou.

Segundo o treinador brasileiro, a disputa com estas duas seleções será uma verdadeira primeira prova para a renovada geração brasileira.

"Estamos todos ansiosos para saber como essa equipe irá se comportar na decisão. Precisamos saber em que nível nós estamos. Nosso primeiro objetivo de chegar à decisão já foi alcançado. Agora, queremos jogar bem a fase inicial das finais para garantir um lugar nas semifinais", apontou Bernardinho.

O objetivo do Brasil é conquistar o oitavo título da Liga Mundial e se igualar à Itália como maior vencedor da história do torneio.

Ano passado a equipe perdeu ainda nas semifinais, mesmo em casa, e deu fim a uma série de seis títulos consecutivos. Além disso, não conseguiu o bi olímpico nos Jogos de Pequim.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.