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Brasil bate Colômbia e segue invicto no Sul-Americano

Equipe masculina sofre um pouco, mas fecha a partida em 3 sets a 0; Bernardinho quer ainda mais ritmo

AE, Agencia Estado

18 de agosto de 2009 | 23h49

A seleção brasileira masculina de vôlei conseguiu, nesta terça-feira, manter os 100% de aproveitamento com a terceira vitória no Sul-Americano, disputado em Bogotá. O Brasil derrotou a Colômbia, dona da casa, por 3 sets a 0, mas o placar não foi o que o técnico Bernardinho esperava. Pela 1.ª vez na competição, o time campeão da Liga Mundial passou um pouco de sufoco. As parciais foram 25/23, 25/21 e 25/19, em uma hora de jogo.

O comandante brasileiro mostrou muito preocupação após a vitória por causa do desempenho em quadra, principalmente no primeiro set. O saque, fundamento essencial para o sucesso da seleção nas últimas competições, não teve a mesma eficiência nesta terça.

"Mesmo sem contar com nosso saque, que foi fundamental na Liga Mundial, conseguimos vencer. No primeiro set, ficamos quase todo tempo atrás do placar e tivemos uma atuação abaixo da crítica. A Colômbia entrou em quadra entusiasmada e, mais acostumada com a altitude, conseguiu nos surpreender. Melhoramos nas outras duas parciais, mas, mesmo assim, jogamos abaixo do que podemos", afirmou Bernardinho.

O Brasil segue invicto, mas o técnico está preocupado com os dois jogos finais - contra Venezuela, na quinta, e Argentina, na sexta. Antes, nesta quarta, o adversário será o Chile, às 17 horas (de Brasília).

"A altitude influencia bastante no nosso jogo. Perdemos o saque e, com isso, um pouco da confiança. A competição se nivela por baixo e acho que também estamos um pouco abaixo do que podemos mostrar. Isso é preocupante, principalmente para os jogos contra Venezuela e Argentina. Pude perceber que os venezuelanos estão jogando melhor, mais organizados do que na Liga Mundial, e o time argentino continua forte. Vamos sofrer", comentou o treinador brasileiro.

O time que conquistar mais pontos será o campeão sul-americano e terá o direito de participar da Copa dos Campeões, em novembro, no Japão.

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