Divulgação/CBV
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Brasil chega à Finlândia para mais 2 jogos da Liga Mundial

Seleção do técnico Bernardinho é a única invicta na competição, com seis vitórias em seis confrontos

29 de junho de 2009 | 16h48

Depois de duas vitórias diante da Polônia, na casa do adversário, a seleção brasileira masculina de vôlei já chegou à Finlândia, onde jogará contra o time local na próxima sexta-feira e sábado, às 12h30 (horário de Brasília), no ginásio Tampere Ice Hall, na cidade de Tampere. Os confrontos abrem o returno da fase de grupos da Liga Mundial.

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A equipe comandada pela técnico Bernardinho saiu às 5 horas da cidade de Lodz, na Polônia (horário local), e chegou à Tampere às 15 horas (horário local). Após uma viagem de três horas de ônibus e dois voos, jogadores e comissão técnica ainda realizaram um treinamento leve de musculação.

Nesta terça-feira, a seleção brasileira já treina com bola no local das partidas, provavelmente em dois períodos.

Após seis partidas, o time brasileiro perdeu apenas três sets, mantém a liderança isolada do Grupo D, com 17 pontos, e continua como o único invicto na competição.

De acordo com o técnico Bernardinho, o bom desempenho da nova geração do vôlei brasileiro é o resultado de muito trabalho.

"A maioria de nossos jogadores são desconhecidos do grande público, mas já vêm realizando grandes trabalhos em seus clubes. Por exemplo, temos o Rivaldo, o Leandro Vissotto, o Sidão, entre outros que atuam fora do País e já têm uma experiência. Estamos mesclando eles com jovens que estão se destacando há algum tempo no voleibol brasileiro", disse o treinador, citando o quarteto do Cimed, atual bicampeão da Superliga.

"O Bruno, Lucas, Eder e Thiago Alves jogam juntos há algum tempo no clube deles e já estão sendo convocados por nós há algum tempo. Eles não estavam no time principal, mas ficavam conosco treinando em Saquarema e jogavam, principalmente, as etapas iniciais de competições como a Liga Mundial e outras como a Copa América", afirmou Bernardinho.

"Esses jogadores tiveram uma história em seleções de base. Obviamente nem todos os garotos que estão no time juvenil serão utilizados pela seleção principal, mas os melhores sempre são pinçados. É assim em qualquer lugar do mundo. Acredito que por termos uma liga forte, esses meninos podem pegar experiência jogando contra jogadores maduros, e num nível alto", destacou.

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