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Brasil enfrenta a Itália na estreia da Liga Mundial

Seleção brasileira faz curta preparação, e não esconde que objetivo da temporada é o Mundial da Polônia

O Estado de S. Paulo

23 de maio de 2014 | 07h21

JARAGUÁ DO SUL - A prioridade da seleção masculina de vôlei para a temporada de 2014 é bastante clara: vencer o Campeonato Mundial, que será disputado na Polônia, a partir de agosto, pela quarta vez. Por isso, a Liga Mundial servirá como uma importante preparação para a equipe comandada por Bernardinho. O torneio começa nesta sexta-feira, com o Brasil em quadra.

 

O primeiro teste já colocará a renovada seleção à prova. A partir das 14h45, na Arena Jaraguá, o Brasil recebe a Itália para a primeira partida do Grupo A - Polônia e Irã também estão na chave. As duas equipes voltam a se enfrentar no sábado, também na cidade catarinense, às 10 horas.

 

A Liga Mundial completa 25 anos nesta temporada. Brasil, com nove títulos, e Itália, com sete, são os maiores campeões. Mas a seleção brasileira não sobe ao lugar mais alto do pódio desde 2010, quando derrotou a Rússia. Nas últimas três edições, foi vice-campeã duas vezes (perdendo para os russos), e, em 2012, nem chegou ficou entre os três primeiros.

 

Até por causa do pouco tempo de preparação, Bernardinho já imagina as dificuldades que enfrentará na estreia. "Nós ainda estamos iniciando a preparação. Vamos ter jogos muito difíceis, Brasil e Itália fazem partidas sempre muito duras, em qualquer situação, e esperamos fazer bons jogos. As vitórias são importantes, claro, mas queremos ter boas atuações que dêem confiança e um pouco mais de consistência para a equipe seguir bem na Liga Mundial", afirmou.

 

A Itália ficou com o bronze na última edição da Liga Mundial, e espera repetir a boa atuação. A equipe já está garantida na fase final do torneio, por ser a anfitriã - o Final Six será disputado em Florença, de 16 a 20 de julho.

 

Assim como Bernardinho, o técnico italiano Mauro Berruto também encara a Liga Mundial como um torneio preparatório. "Estamos muito felizes de poder disputar o Final Six em casa. Isso vai permitir uma preparação adequada para o Mundial, um evento que só perde em importância para a Olimpíada", afirmou. "Estrear com o Brasil é muito bom, é uma equipe que respeitamos e temos como modelo. Começar a temporada contra os campeões do mundo é uma oportunidade única."

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