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Brasil estreia no Mundial de vôlei em grande teste para Renan Dal Zotto

Com a missão de substituir Bernardinho, treinador comanda seleção masculina em seu primeiro grande torneio

O Estado de S.Paulo

12 Setembro 2018 | 05h09

O Brasil entra em quadra nesta quarta-feira, para a disputa do Mundial masculino de vôlei, com o técnico Renan Dal Zotto tentando sair da sombra de seu antecessor, Bernardinho. O antigo comandante fez história na competição, conquistando três títulos do torneio (2002, 2006 e 2010) e um vice-campeonato na última edição, em 2014.

Agora, Renan terá seu maior desafio desde que assumiu o lugar do amigo, que ficou na seleção entre 2001 e 2017. A primeira parada é contra o Egito, às 14h30 (de Brasília), em Ruse, na Bulgária, com transmissão do SporTV 2. Para a competição, o treinador chamou nove atletas que foram campeões olímpicos no Rio, em 2016.

"O Mundial é, sem dúvida, uma competição muito dura e longa. O time que for até a reta final faz 12 jogos, então é um campeonato que exige muito do atleta e do time. O Brasil sempre entra com uma responsabilidade muito grande e é importante concentrar jogo a jogo. Temos, além do Brasil, Rússia, França, Estados Unidos, Sérvia, Polônia e Itália que podem sair com o título. Isso sem falar no Canadá, que pode, sim, chegar, além de outras equipes como Irã, Argentina, que estão sempre na cola", afirmou Renan.

Ele também convocou cinco jogadores que não estiveram na Olimpíada: o central Isac, os ponteiros Lucas Lóh e Kadu e os líberos Thales e Maique. A grande ausência é de Lucarelli, considerado um dos melhores atletas do mundo. Ele está voltando de lesão e pediu para não ser chamado porque ainda está longe do seu auge.

O Brasil está no Grupo B, com França, Holanda, Canadá e China. O Mundial está sendo disputado na Bulgária e na Itália e a final está marcada para o dia 30, em Torino. "Estamos chegando muito bem ao Mundial, bem preparados e com uma mescla interessante de jogadores mais experientes, como os que foram campeões olímpicos, e outros como o Douglas, que foi o campeão olímpico e ainda é muito jovem, assim como o Kadu, Maique. E mesmo esses jovens estão bem preparados", avisou o comandante.

 

 

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