Brasil segue indefinido para o Mundial de vôlei feminino

Com apenas cinco dias para fechar o grupo que irá disputar o Campeonato Mundial feminino de vôlei, no Japão, o treinador da seleção brasileira, José Roberto Guimarães, declarou nesta terça-feira que ainda não sabe quem irá cortar do time. As atuais campeãs do Grand Prix estão treinando, em Saquarema, no Rio, com 13 jogadoras, mas apenas 12 vão disputar o torneio. "Esta será a parte mais complicada. Vou chorar muito depois deste corte porque será o último antes do Mundial, que só acontece de quatro em quatro anos, e todas as jogadoras estão se empenhando muito. Começamos a discutir este assunto na semana passada e ainda não decidimos quem será cortada", comentou Zé Roberto. A posição mais complicada pra o treinador é a de ponta. O time está trabalhando com cinco jogadoras e a dispensa deve sair deste setor. Sassá e Jaqueline, que foram titulares no Grand Prix, devem seguir, assim como Mari, recuperada de um estiramento na região abdominal. As outras jogadoras são Valeskinha, que até este ano atuava como meio-de-rede, e Paula Pequeno - ela voltou à seleção após uma ausência de mais de um ano devido ao nascimento da filha. Apesar do clima tenso, Zé Roberto diz estar feliz com o rendimento do time durante o período de treinamentos. ?A equipe está no ponto que eu esperava. Estamos treinando todas as jogadoras em todas as posições, já pensando nas equipes que vamos enfrentar. Nestes dias que faltam para o início do Mundial daremos prioridade ao passe, à relação entre bloqueio e defesa e aos contra-ataques?, comentou. A seleção brasileira feminina de vôlei está no Grupo C do Mundial do Japão e fará a sua estréia contra Porto Rico no dia 31 de outubro. As brasileiras enfrentam ainda na primeira fase a Holanda, Estados Unidos, Casaquistão e Camarões.

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