Brasil vence Cuba na Copa da Amizade

Buscando ritmo de jogo e a recuperação do título perdido no ano passado. Assim viaja a Seleção Brasileira Masculina de Vôlei para a Copa América. Antes, uma parada em Brasília, onde faz terça-feira o último amistoso da série de três contra os cubanos, que foi chamada de Copa da Amizade. Hoje, no Ginásio Poliesportivo de São Bernardo, o time brasileiro venceu o cubano por 3 sets a 2, com parciais de 25/14, 24/26, 25/21, 30/32 e 15/12. Na quarta-feira, um dia depois de encerrar Copa da Amizade com Cuba, o Brasil embarca para a capital Argentina, onde vai disputar a Copa América contra os times do Canadá, Cuba, estados Unidos, Venezuela e os donos da casa. "A Copa América é uma competição boa, bastante forte", resumiu o técnico brasileiro, Bernardo Rezende, que acredita que todos os times participantes apresentam bom nível técnico e vão dar trabalho para o Brasil- considerado favorito na competição. Na edição do ano passado, os brasileiros perderam a final dentro de casa para o time cubano, quando Radamés Lattari era o técnico. "Mas muita coisa mudou, a equipe era diferente, o técnico era diferente e a cabeça era outra. Então, o importante é pensar em vencer", explica o central Rodrigão, que não esteve entre os 12 jogadores que jogaram a Copa América no ano passado, em São Bernardo. EUA, Cuba e Argentina - O atleta acredita que os Estados Unidos, Cuba e Argentina devem ser os adversários mais difíceis em Buenos Aires. "Os Estados Unidos foram o único time para quem a gente perdeu na Liga Mundial. Os argentinos vão estar jogando em casa, e eles vivem provocando a gente. A mesma coisa os cubanos", aponta o atleta. Bernardinho alerta: "O Canadá vai ser um bom time em um futuro bem próximo. E a Venezuela é perigosa porque se pega o Gomez em um dia bom , não tem como ter um jogo fácil. Se a gente colocar as seis equipes para competir com times euopeus, vão figurar bem." Após a partida de, onde as duas equipes cometeram vários erros, o levantador Maurício contou quais pontos terão de ser mais trabalhado pelo grupo: "A gente ainda precisa melhorar nosso volume de jogo. Outra coisa é o passe - se não estiver na minha mão, fica mais difícil fintar o bloqueio adversário."

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