AFP
AFP

CBV apresenta Superliga de Vôlei com estrelas olímpicas

Competição contará com dez campeões olímpicos dos Jogos do Rio no masculino e cinco no feminino

Paulo Favero, Estadão Conteúdo

24 Outubro 2016 | 14h57

A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) apresentou nesta segunda-feira a edição 2016/2017 da Superliga, que, como de costume terá 12 equipes no masculino e 12 no feminino. Com a presença de atletas de todos os times, com exceção do Rexona-Sesc, que está retornando das Filipinas após a disputa do Mundial de Clube, o evento foi realizado em São Paulo.

Uma das novidades da edição é que agora os duelos de semifinais serão disputados em melhor de cinco partidas, ajudando a dar mais emoção para a fase decisiva. A final, que tem transmissão ao vivo na TV aberta, continua sendo realizada em jogo único.

A competição contará com dez campeões olímpicos dos Jogos do Rio no masculino - Lipe e Maurício Borges se transferiram para times turcos. Já no feminino o vôlei brasileiro sofreu uma debandada. Das 12 atletas que disputaram a Olimpíada, só cinco estão na competição - eram nove na época da convocação.

"Muitas equipes investiram e a competição tem tudo para ser equilibrada", afirmou a levantadora Dani Lins, uma das poucas remanescentes, que segue no Vôlei Nestlé, de Osasco. O Rexona-Sesc Rio manteve parte da base, mas caiu na primeira fase do Mundial de Clubes.

No masculino, o Sada Cruzeiro é o time a ser batido. No domingo, a equipe do levantador William conquistou o tricampeonato mundial e chega embalada para a disputa. Apesar disso, o atleta nega o favoritismo. "Será uma competição longa e complicada. São muitas equipes fortes", comentou.

Na festa de apresentação, os jogadores do Sada Cruzeiro foram homenageados pelo título mundial e todas as equipes, com seus representantes, foram chamadas no palco e posaram para fotos. A primeira partida desta edição masculina será na quarta-feira, entre JF Vôlei (MG) e Brasil Kirin (SP).

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.