FIVB/Divulgação
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CBV define critérios para classificação olímpica no vôlei de praia

Confederação vai levar em consideração as etapas do Circuito Mundial de quatro e cinco estrelas, além do Campeonato Mundial

Estadão Conteúdo

12 de dezembro de 2018 | 19h26

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) definiu nesta quarta-feira os critérios de classificação para a duplas do País que sonham em disputar os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020. A entidade vai levar em consideração em seu ranking somente as etapas do Circuito Mundial de quatro e cinco estrelas, além do Campeonato Mundial, a ser disputado em 2019.

Para compor este ranking, a CBV considerará apenas os dez melhores resultados de cada dupla, a partir de pontuação definida para cada posição nestas etapas. Um medalha de ouro num evento de cinco estrelas vai render 900 pontos a uma parceria brasileira. O mesmo resultado numa etapa de quatro estrelas vai garantir 800 pontos. E o título mundial garante 1000.

Nas etapas de quatro estrelas, há pontuação possível até para a dupla que ficar em 25º lugar. Num evento de cinco estrelas, as parcerias poderão pontuar até o 33º posto. No Mundial, há pontos disponíveis até a 37ª colocação.

A exceção a esta regra dos torneios é a etapa de Haia do Circuito Mundial, na Holanda, de quatro estrelas. Este evento não valerá para somar pontos no ranking nacional. A disputa interna entre as duplas do Brasil terá início no dia 1º de fevereiro do próximo ano. E será encerrada logo após a disputa Fort Lauderdale, nos Estados Unidos, em 2020.

Ao fim desta etapa norte-americana, a CBV vai contabilizar os pontos e definir as duas duplas que poderá levar tanto no masculino quanto no feminino para Tóquio-2020. Se houver empate, os critérios de desempate serão: melhor resultado no Mundial; melhor resultado nas etapas cinco estrelas; melhor resultado nas quatro estrelas; melhor resultado na última etapa jogada entre as duplas.

Para poder contar com quatro parcerias - duas em cada naipe -, o Brasil precisa garantir a classificação como país para a Olimpíada segundo as regras da Federação Internacional de Voleibol (FIVB).

Há quatro possibilidades para assegurar a classificação olímpica: vencendo o Mundial de 2019; sendo finalista do Classificatório Olímpico, em 2019; ficar entre as 15 melhores duplas do ranking olímpico internacional; vencer uma das edições da Continental Cup (América do Norte, América do Sul, África, Ásia e Europa).

 

 

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