CBV quer atrair público para o vôlei

O desafio do comando do vôlei, esporte que não enfrenta problema financeiro - trabalha com um orçamento anual de R$ 25 milhões - e tem prestígio internacional, pelos resultados da seleção brasileira masculina, é fazer com que o campeonato nacional desperte interesse do público. O presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Ary Graça, detesta comparações com o Campeonato Italiano, que lota seus ginásios. O desafio nesta temporada é atrair público para a Superliga. Além do contrato com a TV Bandeirantes, canal aberto, a Superliga mudou sua fórmula de disputa, criando uma regra polêmica, justificada pelo esforço de atrair público.A Superliga Masculina segue neste domingo com Palmeiras/Guarulhos e Unisul (SC), às 16 horas, no ginásio Tomeuzão, em Guarulhos, com TV Bandeirantes. No torneio masculino, as 12 equipes foram divididas em dois grupos que se enfrentam no turno.No returno, no entanto, os times jogam apenas dentro de seu próprio grupo. Os campeões de cada fase, mas as duas equipes que obtiverem o melhor índice técnico nas duas etapas passam às semifinais. A intenção da CBV foi dar a todas as etapas da Superliga, desde o início, um caráter decisivo - todo jogo e resultado passam a ser importantes.

Agencia Estado,

05 de janeiro de 2002 | 13h11

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