Divulgação/FIVB
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Com vaga olímpica, Ana Patrícia/Rebecca festeja título nacional no vôlei de praia

Encerramento da temporada confirma o primeiro título nacional da carreira das jogadoras

Redação, Estadão Conteúdo

14 de maio de 2020 | 12h30

Classificada aos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020, que foram adiados para o ano que vem, a dupla formada por Ana Patrícia e Rebeca tiveram na quarta-feira a confirmação da conquista do título do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, o primeiro nacional de suas carreiras, com a oficialização do encerramento da temporada 2019/2020. A parceria liderava com larga vantagem a classificação geral e garantiu a taça com destaque para a regularidade.

Ana Patrícia e Rebecca precisavam apenas entrar em quadra na última etapa, no Rio de Janeiro, que foi transferida para a temporada 2020/2021 por conta da pandemia do novo coronavírus. Com o título garantido após o encerramento da temporada, Rebecca celebrou e destacou que a constância foi fundamental na conquista, no ano mais especial da carreira.

"Estou muito feliz. Claro que foi uma pena não conquistarmos o título jogando, na etapa que seria realizada no Rio de Janeiro, mas por conta da pandemia é algo muito necessário no momento essa precaução. E bastava entrarmos em quadra, garantiríamos mesmo com derrota. Foi um título bastante difícil, pois emendamos junto do Circuito Mundial, que valia pontos para a corrida olímpica, e mesmo desgastadas fizemos questão de jogar os torneios brasileiros para não perder a oportunidade", disse Rebecca.

A dupla disputou cinco das seis etapas realizadas na temporada 2019/2020, sendo campeãs de três - Cuiabá, João Pessoa e Aracaju - e ficando com a prata em um dos torneios - Vila Velha (ES). Foram 30 jogos disputados, com 27 vitórias e apenas três derrotas nas cinco paradas - aproveitamento de 90%.

Ana Patrícia, de apenas 22 anos, comemorou o primeiro título brasileiro da carreira, destacando a superação da dupla e lembrando da forte união da equipe. "Tenho que agradecer demais a Rebecca e ao (técnico) Reis Castro. Jogamos muitos torneios por conta da corrida olímpica e muitas vezes chegávamos no Brasil para atuar e estávamos bastante cansadas, mas sempre motivadas. Ela me ajudava em quadra, uma sempre apoiando a outra. A superação e união foi o segredo desse título, como vem acontecendo desde o início da nossa dupla", destacou a mineira, jogadora mais alta do tour com 1,94 metro.

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