Confederação de Vôlei passa a ter superintendente-geral

Agora sob o comando do presidente Walter Pitombo Larangeiras, que assumiu após a eleição de Ary Graça para a presidência da Federação Internacional de Vôlei (FIVB), a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) anunciou nesta quarta-feira a criação do cargo de superintendente-geral. O escolhido para exercer a função é Marcos Pina, que já trabalhou anteriormente na entidade.

AE, Agência Estado

18 de setembro de 2013 | 18h21

Pelo comunicado divulgado nesta quarta-feira pela CBV, Marcos Pina passará a ser o principal executivo na administração da entidade, ficando abaixo apenas do presidente. Assim, a Confederação Brasileira de Vôlei diz estar "investindo ainda mais na profissionalização de sua gestão, com objetivo de alcançar as metas propostas para os próximos anos".

Engenheiro e professor de Educação Física, Marcos Pina já foi jogador de vôlei, chegando a defender a seleção brasileira durante sua carreira. Como dirigente esportivo, trabalhou com um superintendente da CBV entre 1997 e 2000. E atualmente era conselheiro da entidade.

Na gestão de Marcos Pina, a CBV revelou que "atenção cada vez maior será dada às seleções brasileiras de vôlei de quadra, sob a responsabilidade do superintendente Paulo Márcio Nunes da Costa, e de praia, a cargo de Tadeu Saad". Pela nova estrutura da entidade, Renato D''Avila vira superintendente de competições e Marcelo Wangler, de marketing/eventos.

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