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Crise no vôlei nacional aumenta com fim do Brasil Telecom

Equipe de Santa Catarina segue o mesmo caminho do Finasa/Osasco; Medley/Banespa também corre risco

Redação,

22 de abril de 2009 | 17h56

O presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Ary Graça, confirmou nesta quarta-feira que o Brasil Telecom (SC), quarto colocado na última edição da Superliga, seguiu os passos do vice-campeão Finasa/Osasco (SP) e também resolveu fechar as portas.

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Com isso, ficam sem emprego várias jogadoras que se destacaram na competição, como a oposta Elisângela - com passagem pela seleção brasileira -, a ponta Juliana Costa e a líbero Marcelinha.

Na semifinal da Superliga, o Brasil Telecom por pouco não eliminou o campeão Rexona/Ades (RJ). A equipe de Brusque venceu a primeira partida e chegou a abrir 2 sets a 0 no segundo jogo da série melhor de três, mas foi superado e depois eliminado no confronto decisivo.

"Não é preciso pânico, a Superliga vai continuar, outras equipes vão aparecer e as atletas com certeza serão recolocadas", afirmou nesta quarta Ary Graça, tentando colocar 'panos quentes' na situação delicida que vive atualmente o voleibol nacional.

O Medley/Banespa (SP), eliminado pelo Finasa nas quartas-de-final da Superliga, é outra equipe que também pode ser extinta.

Enquanto isso, o voleibol nacional aguarda o surgimento de novos patrocinadores para manter a força do torneio nacional, que na última edição contou com nove das 12 jogadoras que faturaram a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim.

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