Divulgação/CBV
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De olho na estreia, seleção masculina de vôlei faz 1º treino na Sérvia

"Desde o início tínhamos ciência que seria uma competição extremamente dura e até um pouco cruel na quantidade de viagens", disse o técnico Renan Dal Zotto

Estadão Conteúdo

22 de maio de 2018 | 19h58

Poucas horas após desembarcar na Sérvia, a seleção brasileira masculina de vôlei já realizou o seu primeiro treino na cidade de Kraljevo, onde estreará na Liga das Nações na sexta-feira, contra a seleção da casa. A atividade leve serviu para ambientar a delegação após a viagem que partiu do Rio de Janeiro, na segunda.

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"Desde o início tínhamos ciência que seria uma competição extremamente dura e até um pouco cruel na quantidade de viagens. Mas, de qualquer forma, vamos encarar isso da melhor maneira possível e, por isso, é sempre importante fazer um bom treino no dia da chegada aos locais para, no dia seguinte, já retomar a condição de treino coletivo e tático", explicou o técnico Renan Dal Zotto.

A preocupação do treinador se justifica pela falta de treinos da equipe em preparação para a competição que substitui a Liga Mundial. Em solo brasileiro, foi apenas uma semana de trabalhos, em que a seleção disputou e venceu dois amistosos com a China, em Taubaté.

Nesta quarta, o grupo retomará a preparação para o duelo de sexta, a partir das 15 horas (horário de Brasília), contra os sérvios. "Todo jogo é muito importante. Essa é uma competição equilibrada e temos que começar bem. E, como é um grande e longo campeonato, sabemos que o planejamento é tudo. É uma competição extensa e o primeiro grande objetivo é a classificação para a Fase Final", disse Renan.

Depois da Sérvia, os adversários serão a Itália e a Alemanha. "A Servia é um time que já conhecemos bem e sabemos que eles vêm mantendo uma base muito forte. A Itália é um tradicional conhecido, que conta com a volta do Zaytsev e do Juantorena, o que a torna um adversário ainda mais difícil de ser batido. E a Alemanha tem novos jogadores, é o time que conhecemos menos, mas que sabemos que vai ser duro", projetou Bruninho, levantador e capitão da seleção.

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