Stringer/Reuters
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'É hora de levantar a cabeça', avisa Bernardinho

Após derrota para Cuba, treinador diz que seleção brasileira de vôlei ainda está forte na briga pelo título mundial

AE, Agência Estado

27 de setembro de 2010 | 19h32

Apesar da derrota para Cuba por 3 sets a 2, o técnico Bernardinho elogiou a atuação da seleção brasileira masculina de vôlei no jogo desta segunda-feira, em Verona, pela última rodada da primeira fase do Mundial da Itália. Segundo ele, o time do Brasil ainda tem boas condições de buscar o terceiro título mundial consecutivo. "É hora de levantar a cabeça", avisou o comandante.

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"Ficamos chateados, preocupados, mas o Brasil jogou uma boa partida. Faltaram alguns detalhes em momentos do jogo. O saque ora entrou bem, ora não. Perdemos contra-ataques em situações importantes. Taticamente fomos bem, mas tecnicamente cometemos erros. Se conseguirmos corrigir estes detalhes, vamos crescer de novo", avaliou Bernardinho, após a derrota para Cuba.

Com esse resultado, o Brasil terminou a primeira fase em segundo lugar no Grupo B, atrás justamente de Cuba. Assim, caiu numa chave que conta com Bulgária e Polônia - os jogos recomeçam apenas na quinta-feira, após dois dias de folga no Mundial. "O caminho vai ficar mais difícil, mas nunca foi fácil. Nem em 2002 e nem em 2006", lembrou Bernardinho, citando os dois títulos brasileiros.

Bernardinho ainda não sabe se poderá contar com o levantador Marlon no restante do Mundial. Com uma colite (inflamação no intestino), o jogador não disputou nenhum dos três jogos já realizados. Ele, inclusive, passou por uma colonoscopia nesta segunda-feira, em Modena, para saber a gravidade do problema e definir até mesmo se terá condições de disputar a competição.

Segundo o medico da seleção brasileira, Álvaro Chamecki, é "muito difícil que o Marlon jogue a próxima fase da competição". Ele está sofrendo com a colite desde a semana passada, quando o Brasil passou por um período de aclimatação na Alemanha. Nesse período, perdeu de quatro a cinco quilos. "Ainda sinto um pouco de cólica. Mas já tenho vontade de comer", contou o levantador.

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