Divulgação/ Vôlei Bauru
Divulgação/ Vôlei Bauru

Em jogo histórico, transexual estreia na Superliga Feminina com derrota

Ponteira Tiffany Abreu, do Vôlei Bauru, viu seu time perder por 3 sets a 2, com parciais de 22/25, 25/17, 25/22, 23/25 e 15/13

Redação, Estadão Conteúdo

10 de dezembro de 2017 | 19h02

O vôlei brasileiro contou neste domingo com a estreia da primeira atleta transexual. A ponteira Tiffany Abreu entrou em quadra pelo Vôlei Bauru em duelo contra o São Cristóvão Saúde/São Caetano, em Bauru, pela 11ª rodada da Superliga Feminina.

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Tiffany, de 33 anos, recebeu autorização da Confederação Brasileira de Vôlei na última sexta-feira, após quase dez meses de espera. Em março, ela havia conseguido a liberação da Federação Internacional de Voleibol para competir profissionalmente entre as mulheres.

A decisão usou como base a decisão do Comitê Olímpico Internacional, que desde o início o ano passado permite a participação de homens em competições femininas desde que tenha a testosterona controlada, sem a necessidade de mudança de sexo.

Antes de tomar a decisão de mudar de gênero, ela disputou a Superliga Masculina B pelo Juiz de Fora e Foz do Iguaçu. Também teve passagens pela Europa, onde atuou em ligas masculinas em países como Portugal, Espanha, França, Holanda e Bélgica.

Tifanny, que jogou entre as mulheres na segunda divisão do Campeonato Italiano, começou a partida como titular e foi fundamental na vitória do primeiro set, além de ter fechado a partida com 15 pontos marcados. No entanto, não conseguiu evitar a derrota de sua equipe por 3 sets a 2, com parciais de 22/25, 25/17, 25/22, 23/25 e 15/13.

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