Fabi serve como referência para seleção no Grand Prix

Aos 33 anos, a líbero Fabi é uma das líderes da seleção brasileira de vôlei que inicia na sexta-feira, contra a Polônia, em Campinas, a briga pelo seu nono título do Grand Prix. Com um currículo de respeito, com duas medalhas de ouro olímpicas, além de quatro conquistas no Grand Prix, a jogadora é elogiada por todas no grupo, principalmente pelas mais novatas, como a ponteira Gabi, de 19 anos.

AE, Agência Estado

30 de julho de 2013 | 17h09

"Desde que comecei a jogar com a Fabi, me tornei fã dela. Ela é uma jogadora de muita garra, de espírito de vitória e conversa muito comigo. Está sendo muito importante jogar com ela na seleção, estou crescendo bastante", declarou Gabi, que tem Fabi como companheira de equipe no Rio de Janeiro.

Fabi participará de seu 11.º Grand Prix e, apesar das quatro conquistas, entra na competição "mordida" pelos últimos três vice-campeonatos da seleção, que perdeu para os Estados Unidos nas decisões de 2010, 2011 e 2012. Para entrar no torneio com moral, a líbero sabe da importância de uma boa vitória na sexta-feira.

"Esse será meu 11.º Grand Prix. E mesmo com todo esse tempo ainda tenho um frio na barriga antes de começar uma competição deste porte. Nesse ciclo olímpico, precisamos jogar o maior número de torneios dentro do Brasil, com o ginásio cheio. Essas partidas serão uma grande preparação para a Olimpíada do Rio, que é o nosso maior objetivo", comentou.

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