Divulgação/CBV
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FIVB rebate a CBV e diz que 'confisco' foi autorizado

Em nota enviada pela assessoria de imprensa de Ary Graça, presidente da FIVB e ex-presidente da CBV, tudo foi aprovado

Estadão Conteúdo

19 de dezembro de 2014 | 21h05

A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) se posicionou sobre a acusação da Confederação Brasileira (CBV) revelada nesta sexta-feira pela reportagem de que os prêmios devidos pela conquista do Grand Prix e do segundo lugar da Liga Mundial foram "confiscados" pela entidade internacional. São US$ 1,5 milhão (cerca de R$ 4 milhões) em premiações.

Em nota enviada pela assessoria de imprensa de Ary Graça, presidente da FIVB e ex-presidente da CBV, "as ações foram tomadas a pedido e com a aprovação da CBV". A entidade internacional ainda pede que "a CBV se retrate desta acusação totalmente infundada" e diz que tem provas para atestar que a FIVB não está retendo o dinheiro.

Não é, porém, o que diz a CBV. "A FIVB tem retido o pagamento dos prêmios recebidos pela CBV na Liga Mundial e Grand Prix, sem o consentimento da CBV. A FIVB quer usar o valor como compensação para taxa de sediamento", informou a entidade.

Segundo a CBV, o "confisco" cobriria as garantias financeiras devidas pelo Brasil à FIVB para a organização da fase final da Liga Mundial, em agosto. O País desistiu de receber o torneio depois de o técnico Bernardinho e três atletas (Mário Júnior, Murilo e Bruninho) terem recebido punições disciplinares relativas ao Mundial da Polônia. Para os dirigentes brasileiros, a medida punitiva é uma represália de Graça às investigações realizadas em sua gestão na CBV.

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