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Giba deixa time dos Emirados Árabes, e pode encerrar a carreira

Ponta de 37 anos jogou por três meses no Al Nasr e tinha projetos para auxiliar na popularização do vôlei

O Estado de S. Paulo

26 de fevereiro de 2014 | 18h34

SÃO PAULO - Durou apenas três meses a passagem do ponta Giba, de 37 anos, no vôlei do Oriente Médio. Por meio deu uma nota oficial, o ex-jogador da seleção brasileira anunciou sua saída do Al Nasr, dos Emirados Árabes Unidos, e pode colocar um fim à sua vitoriosa carreira.

 

Giba deixou o Taubaté, que disputa a Superliga Masculina, em novembro. O objetivo do atleta, que pouco atuou no time do Vale do Paraíba, era de auxiliar na profissionalização do vôlei no mundo árabe. Mas, de acordo com comunicado de sua assessoria de imprensa, os planos não se concretizaram. "Diante das circunstâncias encontradas, e, principalmente, da falta de respeito com um atleta (...), optou-se pela rescisão contratual."

 

Na nota, o futuro de Giba não é determinado. "Nos próximos dias, o atleta resolverá detalhes burocráticos para voltar ao País e, enquanto isso, tomará uma decisão sobre a continuidade, ou não, nas quadras." O ponta deve se pronunciar em entrevista coletiva assim que chegar em São Paulo.

 

Apesar de ter participado do grupo que conquistou a medalha de prata na Olimpíada de Londres, em 2012, Giba enfrenta há algum tempo dificuldades na carreira. Lutando contra lesões desde seu retorno ao Brasil, em 2009, o ponteiro atuou por duas temporadas no Pinheiros/Sky - equipe que reuniu estrelas, não engrenou e foi extinta. Em 2011, transferiu-se para o Cimed, de Florianópolis, pelo qual não entrou em quadra nenhuma vez. Após os Jogos de Londres, transferiu-se para o Drean Bolívar, da Argentina, mas deixou o clube por problemas salariais. No segundo semestre de 2013, assinou com o Taubaté, passou dois meses aperfeiçoando a forma física, e entrou em quadra apenas cinco vezes.

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