Divulgação/FIVB
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Giba diz que Brasil impõe medo e respeito nos rivais

'Com certeza, a Bulgária e a Polônia estão mais com medo do Brasil, do que nós deles', afirmou

AE, Agência Estado

29 de setembro de 2010 | 14h02

Com a derrota para Cuba na última segunda-feira, o Brasil acabou caindo no "grupo da morte" da segunda fase do Mundial Masculino de Vôlei, ao lado de Bulgária e Polônia. Mesmo tendo duas das equipes mais fortes do campeonato como adversárias, Giba lembrou que a seleção brasileira impõe respeito e é temida por todos que disputam a competição na Itália.

"Não esperávamos jogar em grupo forte como este, mas, com certeza, eles [Bulgária e Polônia] estão mais com medo do Brasil, do que nós deles", afirmou Giba, um dos três jogadores do grupo atual que esteve na conquista dos dois últimos títulos mundiais, em 2002 e 2006, ao lado de Dante e Rodrigão.

A estreia brasileira na segunda fase do Mundial acontece nesta quinta-feira, diante da Polônia, na cidade italiana de Ancona. Depois, o Brasil folga na sexta e só volta a jogar no sábado, quando enfrenta a Bulgária no mesmo local.

Para o ponteiro Murilo, as duas seleções merecem respeito, mas a Polônia é melhor tecnicamente. "O grupo deles (poloneses) é muito forte e conta com várias peças de reposição. O Kurek é um atacante nato como o Dante. O time polonês também tem um central, o Mozdzonek, que saca e bloqueia muito bem, além do Zagmny, que é muito habilidoso", analisou o jogador.

Dante concorda com Murilo e aponta Kurek como destaque da equipe polonesa. "Os dois times se conhecem bem, e a Polônia vem crescendo. Se conseguirmos segurar o Kurek, que é a peça chave da equipe, vamos conseguir nosso objetivo. Essa vitória é fundamental porque será meio caminho andado para a classificação para a terceira fase. E se a Bulgária ganhar, no dia seguinte, já estaremos dentro. Temos que fazer o nosso papel e torcer pelos búlgaros", declarou o ponteiro brasileiro.

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